A DIGNIDADE!UM "JARDIM" DE PRECIOSOS VALORES
14-06-2023

Não assistimos a certos actos que vamos abordar, mas não duvidamos do que nos foi relatado por quem lá esteve.
A vetusta Associação dos Bombeiros Voluntários de Seia comemorou o seu quase centenário, aniversário a que poucas (ou muito poucas instituições do concelho) contam no seu historial.
As solenidades da aniversariante desenrolaram-se em três dias:
O aniversário é um acto solene que implica preparação do ritual habitual, o que determina cuidados na organização e muita determinação no respeito pelos actos, para que haja a dignidade que a Associação, e os seus Bombeiros, reclamam e têm jus.
Essa dignidade pressupõe que os actos solenes obedeçam aos desejos dos sócios, do público e dos Bombeiros e que se respeitem, também, as tradições e as cortesias.
Na parte religiosa, houve leveza na preparação dos actos, desde as leituras, ao ofertório, que se repetiu nos moldes habituais, mas com algum improviso, embora desculpável, mas seria evitável com outro empenho.
Na cerimónia do dia 04 de Junho, a "gafe", quase indesculpável da parte de quem, em declarações oficiais, se referiu à Associação como sendo a de São Romão, o que, naquele acto, é indesculpável e quase imperdoável.
A determinado momento, um outro responsável, ao dirigir-se a um antigo Bombeiro com 40 anos de dedicação à causa, cumprimentou-o mas denotando indiferença e ignorância, dizendo que, também, o cumprimentava a ele, embora não sabendo quem era. O que demonstra distracção sobre a história e vida da Associação, da qual assumiu responsabilidades, ignorando dedicação prestada.
Quem fez convites tem de saber receber os convidados e, em representação de entidades e instituições, deve-lhes fazer acompanhamento e prestar assistência.
Não é dignificante abandonar (ficando sozinho na mesa de refeição) um convidado, representando uma entidade congregadora das Associações dos Bombeiros Portugueses.
Na romagem de saudade ao cemitério, notou-se a falta de invocação dos nomes dos Bombeiros falecidos que ali já repousam.
São "gafes" que sempre existiram, mas acima de determinados limites, sejam por descuido, amadorismo ou mesmo inconsideração, não se podem sempre esquecer.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Seia merece e reclama que, em 2024, as cerimónias assumam toda a dignidade possível de que muitos sócios não abdicam.
A Associação não é dos quem, momentaneamente, se possa achar "senhor" dela ou não lhe confira e respeite os atributos granjeados.
A vetusta Associação dos Bombeiros Voluntários de Seia comemorou o seu quase centenário, aniversário a que poucas (ou muito poucas instituições do concelho) contam no seu historial.
As solenidades da aniversariante desenrolaram-se em três dias:
31 de Maio (dia da constituição oficial da Associação);
03 de Junho com a romagem ao cemitério, onde repousam Bombeiros falecidos, e bênção das "novas" viaturas, antecedida de missa na Igreja Matriz;
04 de Junho desfile (apeado e motorizado) e sessão solene e almoço convívio.
O aniversário é um acto solene que implica preparação do ritual habitual, o que determina cuidados na organização e muita determinação no respeito pelos actos, para que haja a dignidade que a Associação, e os seus Bombeiros, reclamam e têm jus.
Essa dignidade pressupõe que os actos solenes obedeçam aos desejos dos sócios, do público e dos Bombeiros e que se respeitem, também, as tradições e as cortesias.
Na parte religiosa, houve leveza na preparação dos actos, desde as leituras, ao ofertório, que se repetiu nos moldes habituais, mas com algum improviso, embora desculpável, mas seria evitável com outro empenho.
Na cerimónia do dia 04 de Junho, a "gafe", quase indesculpável da parte de quem, em declarações oficiais, se referiu à Associação como sendo a de São Romão, o que, naquele acto, é indesculpável e quase imperdoável.
A determinado momento, um outro responsável, ao dirigir-se a um antigo Bombeiro com 40 anos de dedicação à causa, cumprimentou-o mas denotando indiferença e ignorância, dizendo que, também, o cumprimentava a ele, embora não sabendo quem era. O que demonstra distracção sobre a história e vida da Associação, da qual assumiu responsabilidades, ignorando dedicação prestada.
Quem fez convites tem de saber receber os convidados e, em representação de entidades e instituições, deve-lhes fazer acompanhamento e prestar assistência.
Não é dignificante abandonar (ficando sozinho na mesa de refeição) um convidado, representando uma entidade congregadora das Associações dos Bombeiros Portugueses.
Na romagem de saudade ao cemitério, notou-se a falta de invocação dos nomes dos Bombeiros falecidos que ali já repousam.
São "gafes" que sempre existiram, mas acima de determinados limites, sejam por descuido, amadorismo ou mesmo inconsideração, não se podem sempre esquecer.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Seia merece e reclama que, em 2024, as cerimónias assumam toda a dignidade possível de que muitos sócios não abdicam.
A Associação não é dos quem, momentaneamente, se possa achar "senhor" dela ou não lhe confira e respeite os atributos granjeados.
Alcides Soares Henriques
