CRÓNICA DE DOMINGO. Os preservativos não são biodegradáveis.
À atenção da "malta do plogging".
Hoje mesmo durante uma caminhada que fazíamos na SR.ª DO DESTERRO, local que reúne todas as condições para a prática deste desporto e local onde normalmente aos fins de semana se passeiam muitas famílias com os seus filhos, encontrámos este cenário.
Trata-se de um local de passagem sinalizado como percurso pedestre o qual se encontra neste estado.Pelos vistos é também um local onde alguns casais farão o seu amor.
Até aí tudo bem até porque precisamos de aumentar a taxa de natalidade mas também não é dessa forma, portanto nem fazem bem ao País nem fazem bem à natureza.
São ás dezenas os preservativos espalhados pelo chão no local que as fotografias documentam.
Apela-se a um maior civismo a estas pessoas que fazem isto naquele local.
Bem sabemos que o Mundo precisa de mais amor entre todos mas "por amor à Santa" não façam isto, a natureza e os seres humanos que por ali passam agradecem até porque os preservativos não são biodegradáveis.
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*A maioria dos preservativos é feita de látex e pode conter lubrificantes, espermicidas e/ou retardantes que alteram sua composição química. O modo de fabricação é o mesmo independentemente da matéria-prima: a borracha passa por um processo de vulcanização (em que sofre uma injeção de calor e pressão) para ficar mais resistente. Depois, recebe alguns produtos químicos que endurecem ainda mais o elástico e reduzem alguns de seus componentes alérgicos. Por fim, a borracha é moldada no formato tradicional (aquele mesmo) em uma forma de vidro e passa por um banho de talco e sílica antes de ser finalmente embalada e despachada rumo à sua carteira.
