DO CONSTRANGIMENTO AO DESESPERO

16-11-2021

Por: Alcides Soares Henriques

Voltámos à questão do estacionamento na cidade de Seia. 

É um problema premente que teima em não preocupar verdadeiramente quem tem de o resolver.

As obras (infindáveis, diga-se) que eliminaram, ou impedem o estacionar, as esplanadas que, mesmo sem utilização, ocupam lugares tão necessários, os andaimes e tapumes das obras com exageros nalguns casos, o abuso da concessão da ocupação da via pública, as alterações que têm o efeito de melhorar a imagem e o defeito de tornar cada vez mais difícil a vida ao cidadão.

Se quem tivesse o dever de agir e resolver este assunto sentisse as dificuldades do cidadão comum para encontrar local, possivelmente, a dificuldade era bem avaliada e provavelmente a solução mais rapidamente encontrada. O que se ouve, e com razão, são queixas do cidadão sobre a dificuldade que, cada vez mais, se acentua sobre o automóvel que hoje faz parte da vida de cada cidadão.

Não há cidadão que não dependa do automóvel.

Acontece que já houve quem tivesse regressado sem ter possibilidade de tratar dos assuntos na cidade, dada a dificuldade de movimentação e não encontrar local para o estacionar.

Esta questão já se tornou num assunto preocupante pelo que, é tempo de resolver, pelo menos pontualmente, algumas situações e de se tratar este assunto com eficiência e oportunidade.

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